Ivanise Bióloga e Petroleira de Coração

Ivanise Sena é bióloga ambiental, candidata a Deputada Estadual, número 19963, e vem de lutas com os petroleiros de Macaé, cidade em cuja projeção situam-se diversas plataformas de exploração do óleo.
A militância trabalhista dotou-a de desembaraço na abordagem de pessoas e no discorrer de suas motivações à candidatura.

Já que comecei a entrevistá-la, seria grave indelicadeza atender a meus impulsos de voltar para a panfletagem, cujas equipes já se distanciavam, seguindo os passos ligeiros e os dribles do Romário aos obstáculos do caminho.

Mas conforto-me ao abrir espaço para uma candidata mulher que, ao receber cópia do vídeo antecipou-se a mim, ágil, publicando-o em suas redes sociais. Paciência. Por outro lado, bom sinal. Se no mandato for ligeira na fiscalização do interesse público como se revela na campanha, teremos uma boa deputada. E falante:

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Cinelândia, Palco de Cultura, Alegria e Tragédias.

A caminhada na manhã de quinta-feira pela Cinelândia foi igualmente proveitosa.

Cheguei antes do Romário e me dediquei a fazer uma pequena reportagem sobre o conjunto arquitetônico e a uma breve história do local de tantos acontecimentos.

Depois que Romário chega a confusão fica geral, com jornalistas e populares a cercá-lo por diversificadas razões. Os repórteres no seu ofício de perguntar sobre projetos de governo e os demais cidadãos a querer cumprimentá-lo ou fazer uma self de recordação.

E aqui mostro meu momento de “Profissão Repórter”, para depois exibir a entrevista com Ivanise Senra, uma lutadora, bióloga ambiental ligada ao movimento dos petroleiros. Aí vai.

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Aflições de Candidato.

Computadores são ótimos, exceto quando pensam que podem agir sozinhos. Além do mais, escrevo meus textos entre os inconciliáveis horários de campanha eleitoral. Todas as vírgulas intrometidas e as crases duvidosas são de minha exclusiva autoria e por isso eventuais atrasos em postagens.
Hoje, com a pressa de escrever antes de ir para as ruas, descobri que meu laptop decidiu se atualizar. E tome de tempo diante da tela que ia e vinha na sinalização do tempo que faltava para terminar, sem terminar jamais.
Finalmente, consigo recuperar as principais atividades dos últimos dias, quando muita coisa agradável aconteceu e resumo de modo precário, para desenvolver em outro momento.
Muitas horas foram perdidas com as burocracias necessárias ao cumprimento da lei eleitoral. A abertura de contas de campanha me tomou duas manhãs e tardes no aguardo do sistema que caiu no Banco do Brasil e, não fosse o profissionalismo e preparo dos funcionários, eu lá ainda estaria à espera das condições para imprimir o primeiro material de propaganda.
Aproveitei as noites e, na segunda feira, fui à Ilha do Governador com Romário, no evento organizado pelo candidato a Deputado Federal Ezequiel Teixeira, número 7979, do Podemos, que reuniu cerca de quatrocentas

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Pesquisa Mostra Chance de Vitória.

Pesquisas animam a campanha eleitoral que começará efetivamente no próximo dia 31, quando entram no ar os horários de rádio e Tv. Até lá os números representam a memória das pessoas sobre candidaturas apresentadas pelo pesquisador.

A campanha traçará o futuro e, de minha parte, estou feliz com minha colocação, animadora e estimulante para me lançar à duríssima disputa de uma cadeira no Senado como representante do Estado do Rio de Janeiro. Estamos no páreo.

Ainda não tenho qualquer material, tipo santinhos, para entregar às pessoas.

Encontro-as, comunico a candidatura e peço que anotem ou decorem meu número, 188.

Nada é fácil, mas como nunca o foi, meu entusiasmo é total. Lutarei até a última gota de suor, mas para chegar à vitória só posso contar com o apoio das pessoas que retransmitirem para sua rede de amigos nosso propósito, testemunhado por mais de quarenta anos de atuação política sem envergonhar meu único chefe na Terra: o Povo.

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Evangélicos e o Estado Laico

Meu principal compromisso de campanha domingo se deu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde os pastores Márcio, candidato a Deputado Federal (1820), e Laércio, candidato a Deputado Estadual (18020), reuniram centenas de militantes.

A pregação foi essencialmente política e reuniu católicos – a começar por mim-, evangélicos, pais de santo e ateus, em exercício real do estado laico, onde todos são livres para ter ou não ter uma religião.

Essa é a essência da boa prática imposta pela Constituição de 1891, a primeira Republicana, com a qual o Brasil deixou de ter uma religião oficial.

As pessoas de fé verdadeira se horrorizam com a manipulação religiosa para se obter votos.

Assim como no direito civil, o princípio da boa fé deve reger as disputas eleitorais. Quem se propõe a fazer leis não pode começar por desrespeitá-las.

O ato em Caxias durou duas horas e edito abaixo um curto resumo do que se passou.

                               

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PM e Exército contra Arrastões

Depois desse domingo de intensa e alegre atividade, amanheço a segunda-feira com a notícia da ação da Polícia Militar e das forças de intervenção em Niterói e São Gonçalo.

São comuns os arrastões em que bandidos saqueiam carros nos acessos à ponte Rio Niterói. Nas duas últimas semanas, pelo menos três foram registrados o que seguramente motivou a operação de hoje.

Parece que tudo foi bem articulado. Enquanto a tropa da intervenção fazia blitz no Jardim Catarina, em São Gonçalo, os PMs fecharam as rotas de fuga, já em Niterói, onde se deu o tiroteio e pelo menos cinco bandidos acabaram mortos e um policial foi ferido. Muitas armas e munições foram apreendidas.

A essa hora a notícia já se espalhou por todos os meios de comunicação e aqui escrevo apenas para dar o depoimento pessoal, a partir do relato que ouvi de vítimas de arrastões.

As famílias nos carros se desesperam, muito menos pelo medo de perder bens materiais e muito mais por serem potenciais alvos dos tiros disparados a esmo ou deliberadamente contra as pessoas, incluindo crianças.

A presença do Estado e o uso legal e adequado da força reduz a ousadia dos delinquentes, cuja valentia reside na

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Miro 188, Romário 19

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Eleição Ajuda a Conviver

O convívio com políticos ao longo do mandato traz alegrias, tristezas, tensões e muitas vezes desânimo.

A campanha eleitoral é reconfortante.

Caminhar pelas cidades do Estado do Rio de Janeiro alegra a vida, nos cumprimentos e abordagens das pessoas que sabem muito mais do que se imaginaseparar do ambiente de corrupção aqueles que não se envolveram com a tal prática.

A honestidade de quem exerce função pública não é virtude, é dever e dele jamais me afastei na vida.

Seria desagradável me dedicar a elogiar minha própria pessoa. Não se trata disso. De muitos, encontro confiança em meu mandato ao me garantirem o voto para o Senado e, nas breves conversas, citam outros políticos nos quais também confiam. O povo está atento.

Aproveitei o sábado caminhando pelos lotados calçadões de Santa Cruz e de Campo Grande, na Zona Oeste da Capital, sempre com o cuidado de não importunar quem quer que seja. Detesto interromper o caminhar de quem se dirige com passos determinados a algum local, apenas para lhe dar o tradicional tapinha nas costas e lhe entregar um panfleto de propaganda. Aliás, ainda não os tenho.

Apenas caminho e correspondo às palavras e gestos amigáveis dos que voluntariamente se

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Marina no Segundo Turno

Começou a pintar quem vai para o segundo turno.
O último debate entre os candidatos à Presidência seguia morno quando Marina assumiu forte postura em defesa dos direitos das mulheres e de melhores perspectivas de futuro para crianças, contrapondo-se à campanha de Jair Bolsonaro.
Por um momento, desapareceu a Marina de fala amena e conteúdo consistente e se revelou que, mantidos os bons modos e o respeito a todos, é indispensável lutar por princípios.
Para os que não a conhecem, foi o instante em que ficou clara a energia e vitalidade da candidata frágil apenas na aparência.
Creio que a partir de agora a campanha eleitoral mudará de rumo e começarão a ser definidos os alinhamentos dos eleitores. É o debate de ideias voltando a ter importância, contra o tempo de Tv e a marquetagem.

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Marina e Miro, Miro e Marina

Ainda antes de discursar e quando já se ouviam ao fundo as palavras de ordem da militância, veja a delicadeza com que Marina me distinguiu:

                     

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Marina Esperança

A cada dia que passa Marina revela maior energia e disposição para chegar à vitória. A falta de meios a fortaleceu, em vez de abate-la. Deslocamentos pelo Brasil nas madrugadas, em voos com tarifas reduzidas, a hospedagem em casas de amigos e um diminuto escritório em quadra distante do sistema nervoso central de Brasília não a impediram de se alinhar nas preferências do povo brasileiro. Na Convenção Nacional da Rede que a oficializou como candidata à Presidência da República levou os presentes à certeza que ali estava a esperança do povo, que parecia ter-se perdido nos desvãos dos crimes de corrupção praticados por políticos.

A edição que lhes apresento resume em parte a motivação que nos une.

             

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Madrugada na Central do Brasil

Às cinco da manhã de hoje, noite escura, iniciei e campanha na estação da Central do Brasil, onde conheci o taxista Zenildo, que há cinquenta anos faz ponto no local.

Zenildo me falou da falta de segurança nas imediações e hoje ele só fica tranquilo quando está com o carro parado no ponto, porque do outro lado da rua está o Comando Militar do Leste, também sede da intervenção federal no Rio.

Aos poucos, os passageiros começaram a descer dos trens rumo ao trabalho, com apressados e gentis acenos, na maioria, e outros de modo igualmente civilizado a imprecar contra a política em geral.

Dos que dispunham de alguns minutos para uma breve frase, percebi uma constante preocupação. Impressionou-me o sentimento comum de insegurança, especialmente entre as mulheres.

O assunto não é novidade nas rodas de conversa do Rio, mas ouvido insistentemente entre pessoas que não se conhecem e chegam de destinos diversos, demonstra que os riscos são maiores nas comunidades mais desassistidas da região metropolitana.

Os furtos vão de celulares a quentinhas com o almoço do dia.

Para esses moradores das áreas mais remotas parece que os efeitos da intervenção ainda não chegaram, como disse Zenildo.

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Madrugada na Central do Brasil 2

Enquanto aguardava o Romário observei o movimento de pessoas que começavam a descer dos trens rumo ao trabalho. No começo, poucas e rapidamente o número foi aumentando à casa dos milhares.

Candidato a Governador, Romário foi recebido pelos militantes de diversas campanhas de deputados, que se misturavam com as demais pessoas que queriam cumprimenta-lo. Eu também aproveitei para gravar um vídeo, que aí vai.

                       

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Eleição 2018: Senador 188

A partir de hoje a Lei autoriza a propaganda eleitoral.

Estou de volta ao blog para lhe pedir a gentileza da atenção.

Pela ordem, na urna eletrônica, você votará em Deputado Estadual, Deputado Federal, Senadores, Governador e Presidente da República.

Escrevi “Senadores”, assim mesmo no plural, porque você votará em dois candidatos ao Senado.

Peço-lhe um desses votos. Meu número é fácil de decorar, mas assim mesmo é bom anotar porque dentro da cabine sempre pode surgir alguma dúvida.

É claro que muitas colinhas vão circular para você anotar sua chapa completa. Eu também colocarei um modelo à disposição. Facilita a vida.

Nos próximos dias, contarei algumas histórias e falarei do objetivo de minha candidatura.

O Senado representa os Estados e me lanço a essa duríssima disputa para lutar pelo nosso Estado do Rio de Janeiro.

Eu escrevo meus textos, sem usar agências de marketing para tal e por isso a assiduidade de novas postagens pode ser inferior ao meu desejo, por conta dos compromissos de campanha.

Minha única possibilidade de vitória está mais uma vez nas mãos de cada eleitor, a quem peço que reproduza, entre seus contatos, o apoio a meu nome, sem esquecer do número 188.

Muito

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Só Para Lembrar

Em 2014 tentei obter legenda para disputar o Governo do Rio e, na alternativa, o Senado e fui impedido por manobras que prenunciavam o que vivemos nos anos seguintes. Agora reedito a postagem para tentar mostrar que os malfeitores já estavam visíveis, como se viu especialmente na Operação Lava Jato.

“Sou candidato ao Senado porque há lutas a continuar e novas lutas a lutar, como aqui exibirei nos próximos dias, quando relatarei meus trabalhos e projetos e falarei de minha visão sobre o futuro.

De meu lado, coloquei-me como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro e conheci de dentro os pilares das tenebrosas transações a que teria que me submeter para alcançar a candidatura. Delas não participei e tive que adiar esse sonho.

Houve notícias sobre o que acabou denominado de alianças orgiáticas vindas de todo o País. O Rio não era uma exceção.

Alguns, como o Pedro Simon, que também esteve conosco na batalha pelo registro da Rede, desencantaram-se de vez e preferiram deixar a vida pública. Simon é uma voz que será escutada, mesmo sem o mandato de Senador, não tenho dúvida.

Preferi continuar porque acredito que a promiscuidade dos acordos e loteamentos de governos ficarão tão

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