Ditadura Nunca Mais.

11 de setembro de 2018

Quem achava que já tinha visto ou lido de tudo na política eleitoral percebe que sempre podemos ser surpreendidos pelos fatos.

Lula (PT) preso a defender o direito de ser candidato e o governador do Paraná, Beto Richa, (PSDB) preso sob suspeita de corrupção.

PT e PSDB revezam-se no Poder desde 1974 e os dois partidos chegam à reta final das eleições com traumas a administrar. Acrescente-se à confusão a facada em Jair Bolsonaro, que quase lhe tirou a vida.

A confusão que daí resulta nas demais campanhas e mesmo na formação da convicção dos eleitores é compreensível. Chego à conclusão que a campanha está por começar, ou recomeçar, com novos ingredientes no tabuleiro de cálculos.

Relevante é analisar tais novidades e manter a cabeça fria para definir, com o voto, o futuro do País.

Hoje temos a indesejável situação de insegurança, desemprego e instabilidade política que não poderá se prolongar sob pena de deixarmos sob dúvida indevida o regime democrático.

Ditaduras geram crises, não as resolvem. Sempre que se vive uma, o País sai pior e as histórias de violações a direitos enchem de horror o pesadelo das pessoas que tiveram filhos sacrificados por torturadores.

A solução é mais democracia, expressada pelo atendimento às necessidades da população que a tudo paga com seus impostos.

Quem sustenta governos são os impostos pagos pelo povo, que decide pelo voto quem deve governar, nunca é demais repetir.

As últimas pesquisas revelam que cai significativamente o número dos que pretendem se abster ou anular o voto.
Melhor assim. A omissão representa passar uma procuração para que outros decidam por você. Uma espécie de cheque em branco.

Nada menos aconselhável.