Eleição Ajuda a Conviver

18 de agosto de 2018

O convívio com políticos ao longo do mandato traz alegrias, tristezas, tensões e muitas vezes desânimo.

A campanha eleitoral é reconfortante.

Caminhar pelas cidades do Estado do Rio de Janeiro alegra a vida, nos cumprimentos e abordagens das pessoas que sabem muito mais do que se imaginaseparar do ambiente de corrupção aqueles que não se envolveram com a tal prática.

A honestidade de quem exerce função pública não é virtude, é dever e dele jamais me afastei na vida.

Seria desagradável me dedicar a elogiar minha própria pessoa. Não se trata disso. De muitos, encontro confiança em meu mandato ao me garantirem o voto para o Senado e, nas breves conversas, citam outros políticos nos quais também confiam. O povo está atento.

Aproveitei o sábado caminhando pelos lotados calçadões de Santa Cruz e de Campo Grande, na Zona Oeste da Capital, sempre com o cuidado de não importunar quem quer que seja. Detesto interromper o caminhar de quem se dirige com passos determinados a algum local, apenas para lhe dar o tradicional tapinha nas costas e lhe entregar um panfleto de propaganda. Aliás, ainda não os tenho.

Apenas caminho e correspondo às palavras e gestos amigáveis dos que voluntariamente se dirigem a mim e, é claro, digo que sou candidato a Senador e peço o voto, antes de seguir em frente, caminhando, caminhando.