A Vitória é Nossa.

O bom resultado da eleição renovou minha responsabilidade com você por quatro anos. Muito obrigado pela confiança, que jamais será desmerecida. A vitória é de todos nós, que acreditamos na Democracia.
Um mandato é diferente do outro e chego à nova legislatura com entusiasmo e disposição para os enfrentamentos que, lhes asseguro, serão relevantes para a nação brasileira.
A ausência de Marina Silva do segundo turno da eleição presidencial me entristece e do eleito no próximo dia 26 espero a iniciativa para a reforma das instituições.
A campanha eleitoral serve para o candidato falar, ouvir e ver e do que ouvi e vi percebo que as aflições continuam as mesmas, com certa descrença quanto às soluções.
Sou otimista e creio em um novo momento de nossa História. Chegamos ao ponto de exaustão, o caos do qual surgirá o padrão para estabelecer a correta aplicação dos recursos públicos nas soluções reclamadas por todos.
Penso em manter um site para nos comunicarmos, descrever minhas ideias, posicionamentos e projetos e receber diretamente sugestões e críticas.
Conto que me perdoem pela eventual falta de assiduidade das inserções. Como já escrevi, não recorro a assessores para meus textos. Meus erros são todos de minha responsabilidade (…)

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Esforço de Reta Final.

São quatro horas da tarde de sábado, quatro de outubro.
Depois de percorrer em parte os morros de São Carlos, Salgueiro e Mangueira, faço uma pausa para agradecer a todos os que apoiam minha candidatura e reafirmar que jamais os decepcionarei.
Tenho chance de eleição o que aumenta a disposição de continuar trabalhando, até o fechamento das urnas.
Apelo a todos para que façam o mesmo. Quando se trata de urnas, não há certezas.
A essa altura dos acontecimentos, é fundamental que procuremos conversar e mandar emails para nossos contatos, pedindo-lhes que façam o mesmo, numa espécie de corrente pelo voto. Nosso País e o Estado do Rio de Janeiro precisam que o povo perceba o quanto é relevante esse momento da Democracia.
Agradeço a confiança de todas e todos. Meu escritório fica na Avenida Graça Aranha, 145/302, no centro da Cidade do Rio de Janeiro, telefone 21 25322903, e não fecha depois das eleições.
Vamos à vitória, se Deus quiser.
Muito obrigado.

Marina Mulher, Negra, Seringueira e Professora.

Os adversários lançaram a “onda da Razão” na tentativa de tirar Marina do Segundo turno e cometeram uma falha trágica. A onda da razão nos leva a votar em Marina.
Emocionada, em discurso em Manaus, Marina soltou o verbo e revelou sua força, que por ser reconhecida pela sua própria trajetória de vida, não precisa ser afirmada a cada instante.
Temos a possibilidade de ver Marina presidente a desmistificar a necessidade de arranjos nada republicanos para comandar o País.
Teremos a relação respeitosa entre os Poderes, sem a hegemonia de um sobe o outro.
A toda hora me perguntam se ela terá condições de governar sem cair no jogo sujo da política. Afirmo minha convicção de que é possível.
Além do mais, se não tentarmos, jamais saberemos.
Vamos Marinar.

Feliz Ano da Independência

Esse ano a comemoração do Dia da Independência traz a esperança de dias melhores para nós brasileiros, um pouco ou bastante desiludidos com a impunidade e a incompetência que transformaram a corrupção governamental em virtude.
As últimas revelações de roubo do dinheiro público expõem projetos de enriquecimento de personalidades dos altos escalões da política que, sem defesa, procuram desviar o assunto para envolver pessoas insuspeitas.
Os nomes dos insuspeitos não citarei, mesmo movido pelo desejo de defendê-los, porque eles são atacados, mas não atingidos.
Vamos concentrar as atenções nos fatos e nas revelações que virão nas próximas horas.
Feliz Ano da Independência

Frente Marina Presidente

Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realidade.
(Raul Seixas)

Aqui está criada a Frente, sem estatuto nem ordenamentos. Com estatuto e ordenamentos não seria essa Frente.

Essa é a Frente da confiança em Marina.

Reúne pessoas que sabem o que são, na maioria, os partidos políticos, porque os frequentam, ou não frequentam tais partidos políticos porque sabem o que eles são.

A opção por Marina começa a unir pessoas, candidatos ou não, filiados ou não a partidos políticos e governo não é partido. Portanto, nada mais adequado do que nos juntarmos em uma Frente.

Somos os que mantêm viva a esperança e o sonho.

Melhor assim celebrar a Democracia, sem desqualificar os outros que se candidatam à Presidência da República.

Temos nossa preferência por Marina e a certeza de que a campanha fluirá no debate de boas ideias.

A Frente quer a discussão do futuro.

Fale com suas amigas e amigos.

Improvise um material de campanha e ponha a ideia na rua.

Tenhamos a iniciativa de eleger Marina Presidente.

Sejamos militantes voluntários da campanha eleitoral.

É muito fácil integrar a Frente. É só começar.

Marina Sabe Atravessar o Pântano

Choramos a dor, que custará a passar.

A Catedral de Brasília lotada, na missa de sétimo dia (uma delas) expressava o quanto Eduardo Campos merecia de estima, admiração e respeito.

Mesmo ainda no luto, voltemos ao trabalho.

Recai sobre os ombros de Marina a responsabilidade de habilitar-se à Presidência da República a menos de dois meses da eleição, tarefa da qual ela se encarregará sem perder as características que lhe deram o que de melhor pode desejar um político: a confiança da população.

Marina supera desafios da vida e por isso está apta a superar o desafio de governar e lhes afirmo, com alguma facilidade.

Tal convicção nasce da observação de uma personalidade que não se deslumbrou com o Poder, quer como Senadora, quer como Ministra de Estado.

Tem a melhor das experiências para a formação na vida pública, como demonstra a história recente. Tancredo, Sarney, Itamar, Fernando Henrique e Lula passaram pelo Parlamento, onde se aprende o que fazer e o que não fazer.

Ao concluir o possível mandato, continuará inexperiente no que hoje tenho a certeza que é.

Inexperiente em falcatruas, roubalheiras, manipulações. Por esses terrenos jamais caminhou e se o exercício da política é um pântano, Marina (…)

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Viva Eduardo Campos

Às vezes parece que o mundo está girando rápido demais, às vezes muito devagar, mas agora parece que o mundo parou.

Não dá para pensar em Eduardo Campos morto.

Outro dia, no Teatro Casa Grande, aqui no Rio, eu comentava o quanto Ariano Suassuna gostava de uma expressão do Luiz Fernando Veríssimo:
- Quando achamos que temos todas as respostas, a vida muda as perguntas!

Acho que temos perguntas novas, do mistério da vida.

A luz da alegria de viver do Eduardo continua acesa e assim permanecerá transmitida pela Renata e pelos filhos do casal.

Viva Eduardo Campos.

A Voz do Homem na Cidade de Deus

Noite dessas, depois de passar na quadra da Escola de Samba Coroados de Jacarepaguá, dei uma breve caminhada pela vizinhança, na própria Cidade de Deus, mais precisamente na área do Gabinal e Santa Margarida.

Conversava sobre política, para variar, e assim cheguei à área das lojinhas, entre sorrisos e abraços.

De repente, de uma voz que pelo tom fazia questão de parecer pouco amistosa e de ser ouvida a muitos metros, saiu o seguinte:
- Deixa ele chegar aqui porque é com ele mesmo que eu quero falar.

Entendi que era comigo, não quis decepcionar o dono da voz e fui cumprimentá-lo. Para meu espanto ele correspondeu ao cumprimento e me estendeu a mão.

Confesso que tive certa sensação de alívio, porque se trata de um senhor razoavelmente forte e corretamente revoltado com os escândalos políticos, que não vê mais solução possível na Democracia e que prega o fechamento do Congresso, do que consegui demovê-lo.

A seu lado, o companheiro que com ele dividia a cerveja, interveio com uma proposta que dá o que pensar.
- Está na hora de interromper essa história de direita e esquerda. Tem que juntar as pessoas de bem e botar para fora da Câmara (…)

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O Medo é da Internet

Do Professor Luiz Gonzaga Belluzzo, que chegou a ser convidado por Lula a substituir Meirelles na Presidência do Banco Central, não se conhecem manipulações econômicas.

O mesmo não se poderá dizer quanto às de palavras. Partindo de uma premissa falsificada, ele as manipula e passa a trabalhar o direito de resposta como um capricho, atribuindo-me tal aberração.

O direito de resposta é assegurado pela Constituição. É norma autoaplicável e o Código de Processo Civil indica o caminho para requerê-lo em juízo. Não se trata, portando, de um capricho.

O capricho a que me referi – e malandragem, acrescento agora para estimular o debate- existe na atitude de autoridades que insistem em intimidar blogueiros e jornalistas de todos os demais meios de comunicação com suas requisições judiciais do direito de resposta e de indenização, na maioria das vezes para ocultar falcatruas. Fazem-no até quando sua versão dos fatos integra a notícia contestada.

Liberdade de Imprensa pressupõe a veiculação da verdade e muitas vezes a verdade está contida na resposta à publicação errada de um fato. E o titular do direito à informação verdadeira é o povo. Isso mesmo, Professor. Reafirmo: o povo.

Como diz o Ministro Eros Grau, no Recurso Extraordinário (…)

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A Internet Pertence à Humanidade

Perguntaram ao Bill Gates qual seria o futuro da Internet e ele respondeu com ênfase: NÃO SEI.

Eu também não sei, mas sei que a Internet pertence à Humanidade, que deve haver neutralidade de rede e a banda larga deve ser considerada direito do cidadão, como já acontece em alguns países. A França foi pioneira nessa iniciativa.

Durante muitos anos lutei contra uma lei da Internet, mesmo como Ministro das Comunicações. Com o tempo, acabaram por aprová-la. O texto foi amenizado, mas insisto que os governos tentam, mundo afora, criar leis para domar a Internet. Sem êxito. O Brasil largou na frente e o perigo de uma lei inofensiva está na quebra de princípio. Depois de uma lei outra virá.

Daí a Internet ter que ser livre, sem leis a regulamentar seu uso.

Para os crimes já existem leis, sejam eles praticados ou não via Rede Mundial.

Agora, adiaram para depois das eleições a regulamentação da lei aprovada, contra o meu voto, no Congresso.
Vamos acompanhar e agir até judicialmente se, na regulamentação, tentarem alcançar objetivos de controle de conteúdo e barrar a neutralidade.

Na FLIP, Com Marina

 É bom renovar a esperança de combater sem perder a ternura.

Miro e Marina em Paraty (na FLIP)

Encontrei Marina Silva na Festa Literária Internacional de Paraty em meio a abraços e afagos de pessoas que reconhecem nela um símbolo das lutas futuras pela ética na política e pelo desenvolvimento sustentável (expressão que nos conduz imediatamente a pensar na preservação da natureza, o que não é pouco, mas que se amplia quando Marina enfatiza que o ser humano é o grande beneficiado nessa luta).

Dentre outros temas, falamos sobre educação, saúde, habitação, saneamento, segurança e…água. Há mais de trinta anos, trabalhos de urbanistas já indicavam que o crescimento desordenado dos grandes centros colocaria em risco o abastecimento de água, o que agora já se torna muito nítido, especialmente em São Paulo.

Nosso encontro aconteceu na área externa dos grandes eventos, onde expressões da literatura popular, como os cordelistas Querindina e Macambira e o trovador Geraldo Fernandes falavam de suas obras. Talvez aí esteja uma evolução da FLIP, com as palestras dos convidados brasileiros e estrangeiros, por um lado e, na Praça, livre de ingressos, o espaço para a exibição dos talentos da arte popular.

Foi a chance para agradecer a Marina o apoio à minha candidatura, que (…)

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A Reforma Política

Chegou a hora.

Apresentei proposta de Emenda à Constituição para que fizéssemos uma Reforma Política, Tributária e do Pacto Federativo, coisas que têm que caminhar juntas, sob pena de não sair qualquer delas.

Aprovada a Emenda nas Comissões da Câmara dos Deputados, está pronta para ser votada em Plenário, mas aqueles que vivem a ocupar os horários partidários reclamando da necessidade de fazermos a Reforma, que chegam a chamar de mãe de todas as reformas, são os primeiros a impedir a votação.

De tão antiga, preciso atualizá-la e já estou pronto para fazê-lo.

O período eleitoral é apropriado para que as explicações cheguem a todos, a ponto de criar uma pressão irresistível e levá-la à aprovação.

Apoie essa ideia.

Eleições Falsificadas

A expressão é extraída do livro “A Justiça a Serviço do Crime” de autoria do Juiz Arruda Campos e vem a propósito do que continua a se passar. Todos somos livres para votar, desde que escolhamos o candidato entre os poucos nomes oferecidos para a Presidência da República, Governos Estaduais e Senado. Nas eleições proporcionais, a de deputados, há um número capaz de oferecer opções diversas ao eleitor.

Uma das perversidades do sistema de coligações partidárias em vigor, combinado com a reeleição, é exatamente essa. Quem detém o poder elimina adversários numa ação de sequestro de opções e assim facilita a própria vitória.

É o mesmo mecanismo que antecipa o loteamento do poder em caso de vitória.

E a roda não para de girar, com Ministérios e Secretarias de Estado ordenhados descaradamente ao longo de quatro anos. As notícias já não escandalizam. Há dias a Folha de São Paulo noticiou a negociação de 55 milhões de reais entre PT e PMDB. Lá pelo meio da matéria está escrito com todas as letras que outros partidos que detêm ministério não teriam tanta facilidade.

É, portanto, sabido entre as cúpulas, que a corrupção e a promiscuidade com fornecedores se encarrega de fornecer (…)

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O Primeiro Grande Passo

A Justiça Eleitoral criou uma ótima novidade no formulário das primeiras prestações de contas eleitorais, apresentadas por candidatos até o final da semana passada.

Normalmente, as campanhas são obrigadas a declarar quanto arrecadaram e qual a origem do dinheiro. Agora, a Justiça vai atrás da origem da origem, quando as doações são de partidos da coligação dos candidatos.

Dá para antever o que se encontrará nessas e em futuras declarações. Partidos políticos driblam a legislação arrecadando dinheiro antes do período eleitoral.

Empresas prestadoras de serviço ocultam suas doações fazendo-as a partidos que dominam ministérios ou secretarias estaduais antes do período eleitoral ou mesmo a partir de seu início.

São cifras indecentes usadas na compra de alianças que aumentem o tempo de rádio e televisão das candidaturas, especialmente para governos e senado.

Esse dinheiro serve também ao suborno para impedir candidaturas capazes de se tornar vitoriosas e atrapalhar a continuação das negociatas.

Com a iniciativa da Justiça Eleitoral, o que era organizado em padrões contábeis precisos, sem questionamentos éticos, ficará visível, na melhor hipótese para os beneficiados.

Na pior para eles e melhor para o Brasil, surgirão as digitais dos desqualificados e daí surgirá um processo criminal que fará do mensalão (…)

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A Luta Continua

Sou candidato a Deputado Federal porque há lutas a continuar e novas lutas a lutar, como aqui exibirei nos próximos dias, quando relatarei meus trabalhos e projetos e falarei de minha visão sobre o futuro.

No segundo semestre do ano passado colaborei para a criação do Partido da Rede Sustentabilidade e depois do indeferimento do registro no Tribunal Superior Eleitoral fiz minha filiação democrática ao PROS, uma nova legenda que abrigou a mim e a outros que mantêm o sonho de criar o Partido.

Ao mesmo tempo, a Senadora Marina Silva filiou-se ao PSB e foi convidada por Eduardo Campos para integrar sua chapa como Vice-Presidente da República.

De meu lado, coloquei-me como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro e conheci de dentro os pilares das tenebrosas transações a que teria que me submeter para alcançar a candidatura. Delas não participei e tive que adiar esse sonho.

Houve notícias sobre o que acabou denominado de alianças orgiáticas vindas de todo o País. O Rio não era uma exceção. Eu e outros afastamo-nos de disputas majoritárias.

Alguns, como o Pedro Simon, que também esteve conosco na batalha pelo registro da Rede, desencantaram-se de vez e preferiram deixar a vida pública. (…)

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