Miro 188, Romário 19

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Eleição Ajuda a Conviver

O convívio com políticos ao longo do mandato traz alegrias, tristezas, tensões e muitas vezes desânimo.

A campanha eleitoral é reconfortante.

Caminhar pelas cidades do Estado do Rio de Janeiro alegra a vida, nos cumprimentos e abordagens das pessoas que sabem muito mais do que se imaginaseparar do ambiente de corrupção aqueles que não se envolveram com a tal prática.

A honestidade de quem exerce função pública não é virtude, é dever e dele jamais me afastei na vida.

Seria desagradável me dedicar a elogiar minha própria pessoa. Não se trata disso. De muitos, encontro confiança em meu mandato ao me garantirem o voto para o Senado e, nas breves conversas, citam outros políticos nos quais também confiam. O povo está atento.

Aproveitei o sábado caminhando pelos lotados calçadões de Santa Cruz e de Campo Grande, na Zona Oeste da Capital, sempre com o cuidado de não importunar quem quer que seja. Detesto interromper o caminhar de quem se dirige com passos determinados a algum local, apenas para lhe dar o tradicional tapinha nas costas e lhe entregar um panfleto de propaganda. Aliás, ainda não os tenho.

Apenas caminho e correspondo às palavras e gestos amigáveis dos que voluntariamente se

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Marina no Segundo Turno

Começou a pintar quem vai para o segundo turno.
O último debate entre os candidatos à Presidência seguia morno quando Marina assumiu forte postura em defesa dos direitos das mulheres e de melhores perspectivas de futuro para crianças, contrapondo-se à campanha de Jair Bolsonaro.
Por um momento, desapareceu a Marina de fala amena e conteúdo consistente e se revelou que, mantidos os bons modos e o respeito a todos, é indispensável lutar por princípios.
Para os que não a conhecem, foi o instante em que ficou clara a energia e vitalidade da candidata frágil apenas na aparência.
Creio que a partir de agora a campanha eleitoral mudará de rumo e começarão a ser definidos os alinhamentos dos eleitores. É o debate de ideias voltando a ter importância, contra o tempo de Tv e a marquetagem.

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Marina e Miro, Miro e Marina

Ainda antes de discursar e quando já se ouviam ao fundo as palavras de ordem da militância, veja a delicadeza com que Marina me distinguiu:

                     

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Marina Esperança

A cada dia que passa Marina revela maior energia e disposição para chegar à vitória. A falta de meios a fortaleceu, em vez de abate-la. Deslocamentos pelo Brasil nas madrugadas, em voos com tarifas reduzidas, a hospedagem em casas de amigos e um diminuto escritório em quadra distante do sistema nervoso central de Brasília não a impediram de se alinhar nas preferências do povo brasileiro. Na Convenção Nacional da Rede que a oficializou como candidata à Presidência da República levou os presentes à certeza que ali estava a esperança do povo, que parecia ter-se perdido nos desvãos dos crimes de corrupção praticados por políticos.

A edição que lhes apresento resume em parte a motivação que nos une.

             

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Madrugada na Central do Brasil

Às cinco da manhã de hoje, noite escura, iniciei e campanha na estação da Central do Brasil, onde conheci o taxista Zenildo, que há cinquenta anos faz ponto no local.

Zenildo me falou da falta de segurança nas imediações e hoje ele só fica tranquilo quando está com o carro parado no ponto, porque do outro lado da rua está o Comando Militar do Leste, também sede da intervenção federal no Rio.

Aos poucos, os passageiros começaram a descer dos trens rumo ao trabalho, com apressados e gentis acenos, na maioria, e outros de modo igualmente civilizado a imprecar contra a política em geral.

Dos que dispunham de alguns minutos para uma breve frase, percebi uma constante preocupação. Impressionou-me o sentimento comum de insegurança, especialmente entre as mulheres.

O assunto não é novidade nas rodas de conversa do Rio, mas ouvido insistentemente entre pessoas que não se conhecem e chegam de destinos diversos, demonstra que os riscos são maiores nas comunidades mais desassistidas da região metropolitana.

Os furtos vão de celulares a quentinhas com o almoço do dia.

Para esses moradores das áreas mais remotas parece que os efeitos da intervenção ainda não chegaram, como disse Zenildo.

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Madrugada na Central do Brasil 2

Enquanto aguardava o Romário observei o movimento de pessoas que começavam a descer dos trens rumo ao trabalho. No começo, poucas e rapidamente o número foi aumentando à casa dos milhares.

Candidato a Governador, Romário foi recebido pelos militantes de diversas campanhas de deputados, que se misturavam com as demais pessoas que queriam cumprimenta-lo. Eu também aproveitei para gravar um vídeo, que aí vai.

                       

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Eleição 2018: Senador 188

A partir de hoje a Lei autoriza a propaganda eleitoral.

Estou de volta ao blog para lhe pedir a gentileza da atenção.

Pela ordem, na urna eletrônica, você votará em Deputado Estadual, Deputado Federal, Senadores, Governador e Presidente da República.

Escrevi “Senadores”, assim mesmo no plural, porque você votará em dois candidatos ao Senado.

Peço-lhe um desses votos. Meu número é fácil de decorar, mas assim mesmo é bom anotar porque dentro da cabine sempre pode surgir alguma dúvida.

É claro que muitas colinhas vão circular para você anotar sua chapa completa. Eu também colocarei um modelo à disposição. Facilita a vida.

Nos próximos dias, contarei algumas histórias e falarei do objetivo de minha candidatura.

O Senado representa os Estados e me lanço a essa duríssima disputa para lutar pelo nosso Estado do Rio de Janeiro.

Eu escrevo meus textos, sem usar agências de marketing para tal e por isso a assiduidade de novas postagens pode ser inferior ao meu desejo, por conta dos compromissos de campanha.

Minha única possibilidade de vitória está mais uma vez nas mãos de cada eleitor, a quem peço que reproduza, entre seus contatos, o apoio a meu nome, sem esquecer do número 188.

Muito

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Só Para Lembrar

Em 2014 tentei obter legenda para disputar o Governo do Rio e, na alternativa, o Senado e fui impedido por manobras que prenunciavam o que vivemos nos anos seguintes. Agora reedito a postagem para tentar mostrar que os malfeitores já estavam visíveis, como se viu especialmente na Operação Lava Jato.

“Sou candidato ao Senado porque há lutas a continuar e novas lutas a lutar, como aqui exibirei nos próximos dias, quando relatarei meus trabalhos e projetos e falarei de minha visão sobre o futuro.

De meu lado, coloquei-me como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro e conheci de dentro os pilares das tenebrosas transações a que teria que me submeter para alcançar a candidatura. Delas não participei e tive que adiar esse sonho.

Houve notícias sobre o que acabou denominado de alianças orgiáticas vindas de todo o País. O Rio não era uma exceção.

Alguns, como o Pedro Simon, que também esteve conosco na batalha pelo registro da Rede, desencantaram-se de vez e preferiram deixar a vida pública. Simon é uma voz que será escutada, mesmo sem o mandato de Senador, não tenho dúvida.

Preferi continuar porque acredito que a promiscuidade dos acordos e loteamentos de governos ficarão tão

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